arte & factos do cinema
É expressamente proibida a entrada a pessoas estranhas ao cinema. No blogue Arte & Factos fala-se sobre a 7ª arte.
Outubro 27, 2004
FAHRENHEIT
Categoria: Documentário
Realização: Michel Moore
Estúdio: Miramax Films / Lions Gate Films Inc. / Fellowship Adventure Group / Dog Eat Dog Films
Distribuição: Lions Gate Films Inc. / IFC Films / Europa Filmes
Produção: Jim Czarnecki, Kathleen Glynn e Michael Moore
Música: Jeff Gibbs e Bob Golden
Fotografia: Mike Desjarlais
Edição: Kurt Engfehr, Todd Woody Richman e Chris Seward
EUA, 2004, 116 minutos.
Site Oficial: www.fahrenheit911.com
Muito já se escreveu acerca de Fahrenheit. De todas as análises feitas, resultaram algumas posições opostas acerca da qualidade deste documentário enquanto produção cinematográfica, principalmente após este ter saído vencedor do Festival de Cannes.
Decorridos cinco meses da projecção do filme, a polémica continua acesa, numa altura em que a campanha eleitoral nos EUA se encontra em fase final. O conteúdo do filme já é do conhecimento de todos: Michael Moore passa para a tela o mandato de George W. Bush (desde a controversa vitória sobre Al-Gore), numa tentativa de ilustrar a incompetência do presidente e de que forma colocou sempre os seus interesses pessoais à frente dos interesses da nação que preside, como meio de evitar uma possível reeleição.
São os factos que marcaram a actualidade mundial nos últimos anos que são retratados num documentário no mínimo marcante, que dividiu opiniões; quanto a mim, Michael Moore tem vindo a ter o reconhecimento que merece: já em Bowling for Columbine tinha usado o cinema ao serviço das suas convicções políticas, tendo resultado num excelente documentário acerca do uso de armas nos EUA; Fahrenheit segue o mesmo molde. Por detrás do seu argumento adaptado está a coragem de realizador que encontrou uma excelente fórmula para uma arma política poderosa.
Questões políticas à parte, penso que Michael Moore deu um importante contributo para a popularização dos documentários, realizando-os de uma forma apelativa, não só pelos seus temas actuais, mas também pelo seu trabalho de edição e montagem (note-e que este é o documentário que esteve em cartaz em mais salas de cinema nos EUA).
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Categoria: Documentário
Realização: Michel Moore
Estúdio: Miramax Films / Lions Gate Films Inc. / Fellowship Adventure Group / Dog Eat Dog Films
Distribuição: Lions Gate Films Inc. / IFC Films / Europa Filmes
Produção: Jim Czarnecki, Kathleen Glynn e Michael Moore
Música: Jeff Gibbs e Bob Golden
Fotografia: Mike Desjarlais
Edição: Kurt Engfehr, Todd Woody Richman e Chris Seward
EUA, 2004, 116 minutos.
Site Oficial: www.fahrenheit911.com
Muito já se escreveu acerca de Fahrenheit. De todas as análises feitas, resultaram algumas posições opostas acerca da qualidade deste documentário enquanto produção cinematográfica, principalmente após este ter saído vencedor do Festival de Cannes.
Decorridos cinco meses da projecção do filme, a polémica continua acesa, numa altura em que a campanha eleitoral nos EUA se encontra em fase final. O conteúdo do filme já é do conhecimento de todos: Michael Moore passa para a tela o mandato de George W. Bush (desde a controversa vitória sobre Al-Gore), numa tentativa de ilustrar a incompetência do presidente e de que forma colocou sempre os seus interesses pessoais à frente dos interesses da nação que preside, como meio de evitar uma possível reeleição.
São os factos que marcaram a actualidade mundial nos últimos anos que são retratados num documentário no mínimo marcante, que dividiu opiniões; quanto a mim, Michael Moore tem vindo a ter o reconhecimento que merece: já em Bowling for Columbine tinha usado o cinema ao serviço das suas convicções políticas, tendo resultado num excelente documentário acerca do uso de armas nos EUA; Fahrenheit segue o mesmo molde. Por detrás do seu argumento adaptado está a coragem de realizador que encontrou uma excelente fórmula para uma arma política poderosa.
Questões políticas à parte, penso que Michael Moore deu um importante contributo para a popularização dos documentários, realizando-os de uma forma apelativa, não só pelos seus temas actuais, mas também pelo seu trabalho de edição e montagem (note-e que este é o documentário que esteve em cartaz em mais salas de cinema nos EUA).
